DBT · Contato entre as sessões

A paciente te liga entre as sessões. Frio na barriga e nesse instante você não sabe muito bem o que fazer.

Existe um método para essas situações. Um jeito de conduzir a maior parte das ligações em torno de quinze minutos, sem você virar plantão de ninguém e sabendo:

O que perguntar nos primeiros minutos de uma ligação difícil para conduzir por um caminho, em vez de improvisar e torcer para dar certo.

Encerrar a chamada com um plano combinado, no lugar de ficar preso numa conversa de uma hora que não sabe como terminar.

Combinar com a paciente o que entra e o que fica de fora desse contato e parar de sentir que o celular virou uma extensão 24 horas do consultório.

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Ver como funciona antes

A paciente sai bem da sessão, mas durante a semana a vida dela vira um caos.

A paciente sai bem da sessão de quinta. No sábado à noite ela desregula e o que vocês construíram parece não existir mais. Na quinta seguinte ela chega com uma semana inteira de crises acumuladas e você passa a sessão apagando incêndios em vez de avançar.

Mesmo você não querendo, é improvável que você não receba contato entre as sessões de pelo menos uma paciente. Só que provavelmente ninguém te ensinou a fazer isso na prática. Na graduação, você aprendeu a não ser diretiva, devolver a pergunta, sustentar o silêncio. Numa ligação de crise tudo é diferente. A paciente precisa de orientação em minutos e muita gente fica com a sensação de estar fazendo tudo no improviso.

Aí mora o custo que raramente aparece na supervisão. É a ligação de madrugada que fica girando na sua cabeça no dia seguinte. É o domingo que você passa com o celular do lado, antecipando a semana. Aquela sensação constante de que alguma coisa ruim vai acontecer. É o caso grave que você deixou de aceitar, não por falta de competência clínica, mas porque tem receio que a pessoa precise de você entre as sessões.

Antes de continuar

O que a maioria tenta antes e por que cada caminho resolve só um pedaço.

Os grupos de WhatsApp e Telegram de supervisão podem até tirar uma dúvida pontual, na hora do desespero. Podem servir para desabafar, mas ninguém sai de lá com um plano sólido. Na próxima ligação, você está de novo no improviso.

O conteúdo gratuito no YouTube e no Instagram explica o que é a DBT e por que ela funciona. Ajuda a entender a lógica, não ensina o passo a passo de uma ligação de risco.

A supervisão avulsa ajuda caso a caso e é ótima para isso. Mas custa caro e resolve a situação específica que você levou, sem te deixar uma estrutura para as próximas ligações.

O próprio livro da Linehan não tem 20 páginas de conteúdo sobre essa modalidade de tratamento.

Sobra você e a sua intuição. E a intuição é justamente o que gera mais medo: sem estrutura, cada ligação vira uma aposta.

Antes de seguir, veja o que sustenta esse método.

Se até aqui você se reconheceu, a próxima parte mostra o caminho concreto, passo a passo, para conduzir esse contato.

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Ver o método antes

O método

Um mapa que você abre na cabeça quando o telefone toca.

O nome disso é Mapa da Ligação. É a organização de tudo que precisa acontecer no contato entre as sessões, do momento em que você prepara o terreno até o dia em que a paciente aprende a fazer sozinha o que hoje depende de você. São cinco etapas, na ordem em que a dificuldade aparece na vida real do atendimento.

1

Preparar o terreno

Você define seus limites, a cobrança e as regras de mensagem. Aqui caem os três medos que travam a maioria: virar plantão, gerar dependência e chegar ao esgotamento. Você começa protegido, e é isso que vai tirar o medo do caminho.

2

Combinar as regras com a paciente

As razões que justificam uma ligação, o tempo de cada chamada e o que fazer com quem liga demais ou nunca liga.

3

Conduzir a ligação com um mapa

A chamada tem começo, meio e fim. É o que faz caber em quinze minutos, no lugar de virar conversa de uma hora sem saída.

4

Atravessar a crise e blindar os limites

O passo a passo de uma ligação de risco, com o registro que protege você, e o manejo dos comportamentos que atrapalham. É aqui que o maior medo ganha um roteiro.

5

Construir a autonomia da paciente

Ela vira a própria treinadora e o telefone toca cada vez menos. Você trabalha para ficar dispensável.

Sem um mapa, a ligação começa pela pergunta errada, você sai dando solução antes de entender o problema e a conversa se estende porque não existe um fim combinado. Com o mapa, você sabe no que focar primeiro, orienta uma habilidade concreta e encerra com um plano. A diferença entre uma chamada de uma hora que te deixa exausto e uma de quinze minutos que resolve está em ter, ou não, um caminho.

Mapa da Ligação: as cinco etapas do contato entre as sessões
As cinco etapas do Mapa da Ligação.

São essas cinco etapas, abertas em nove módulos gravados.

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Este material foi feito para um ponto específico da sua prática.

É para você se
  • Fez formação em DBT, mas o contato entre as sessões ficou como uma lacuna.
  • Está começando com casos graves e quer inserir o protocolo antes da primeira crise.
  • Já maneja por WhatsApp sem estrutura e quer reorganizar sem romper o vínculo.
  • Evita casos de risco porque acredita que precisa ficar 24 horas disponível.
Não é para você se
  • Nunca teve contato com a DBT e procura uma introdução à abordagem.
  • Nunca recebeu contato de paciente em crise e não pretende atender esses casos.
  • Procura uma fórmula que dispense a avaliação clínica de cada caso.

Se você se reconheceu na coluna da esquerda, é este o material.

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A oferta

O que está incluído e quanto custa.

  • Nove módulos gravados do Mapa da Ligação
  • Quizzes de cada etapa
  • Práticas curtas entre os módulos
  • Sugestões de treino para cada competência
  • Um ano de acesso ao conteúdo

Acesso completo por

R$ 289

ou em até 12 vezes

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É menos do que você cobra por uma única sessão, para um conteúdo que muda a forma como você conduz o contato com as pacientes pelos próximos anos de clínica.

Como você acompanha o conteúdo.

O curso é gravado e fica disponível para você por um ano, para assistir quando quiser, no horário que couber entre os seus atendimentos. Cada módulo tem os quizzes e as práticas para você fixar o que viu, e você pode rever qualquer etapa sempre que precisar aplicar com um caso real. É um material para consultar ao longo do tempo, não um evento que passa e acaba.

7dias

Você tem sete dias para decidir com calma.

Você conhece o conteúdo e, se sentir que não é para o seu momento, pede o reembolso dentro de sete dias, sem precisar justificar nada. É o direito de arrependimento que a lei garante para a compra online, e eu faço questão de deixá-lo claro aqui. O risco de conhecer o material é seu por sete dias, e depois é só seu se você decidir que faz sentido.

Quem organizou isso

Por que fui eu que organizei isso.

Sou o Diego Souza, psicólogo há mais de quinze anos, e passei boa parte desse tempo atendendo casos graves em DBT. Mais de mil psicólogas já aprenderam comigo e o contato entre as sessões é a dúvida que mais aparece, em todas as turmas.

Eu construí esse curso porque vivi o problema. Houve uma época em que minhas ligações de coaching duravam quarenta, cinquenta minutos e começaram a pesar até na minha vida pessoal. Não era falta de vontade de ajudar, era falta de estrutura. Li o manual da Marsha Linehan, tive aulas aqui no Brasil. Mas foi só quando aprendi diretamente com o Alex Chapman, autor do livro “Phone Coaching in DBT”, e testei na minha própria clínica que o contato entre as sessões deixou de ser um peso e virou uma das partes mais eficientes do tratamento. O Mapa da Ligação é essa estrutura organizada para você não precisar aprender do jeito difícil, como eu aprendi.

Dúvidas

As dúvidas que aparecem antes de decidir.

Isso não vai me transformar em plantão de vinte e quatro horas?
O contrário. A primeira etapa do método é definir os seus limites e combinar as regras com a paciente. O contato entre as sessões tem fronteiras muito mais claras do que parece, e é o que impede a sobrecarga.
Preciso ter feito a formação completa em DBT antes?
Não. Este é um aprofundamento de um componente específico. A ideia é que você já tenha algum contato com a DBT, mesmo que básico. O conteúdo explica o que precisa ser explicado e serve também para quem atende com outras abordagens.
Isso não é teoria que eu já vi na minha formação?
O foco aqui é o passo a passo de uma ligação real, não a teoria geral da abordagem. É o que a formação cobre em poucas horas, aberto em nove módulos com exemplos e diálogos.
Serve para quem atende com outra abordagem, não só DBT?
Serve. Os princípios do contato entre as sessões se adaptam à sua forma de trabalhar. A DBT só é a base que organiza melhor esse componente.
Como recebo o acesso?
Depois da compra, você recebe o acesso ao conteúdo gravado e pode começar pelo primeiro módulo no mesmo dia. O acesso fica disponível por um ano.

Ficou alguma dúvida de fora? O acesso tem sete dias de garantia.

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Um caminho para a próxima ligação que tocar.

Se você atende casos graves, a próxima ligação fora do horário vai acontecer. A diferença é se ela vai te pegar no improviso, de novo, ou com um mapa na cabeça. O Mapa da Ligação organiza as cinco etapas do contato entre as sessões, do preparo do terreno até a autonomia da paciente, para você conduzir com método e sem virar plantão de ninguém.

O acesso completo, com os nove módulos, os quizzes e as práticas, sai por R$ 289, em até doze vezes, com sete dias de garantia. Sem pressa e sem pressão: quando fizer sentido para o seu momento, o conteúdo estará aqui.

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Diego F. Souza · Psicólogo

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